25 de Maio de 2004
GURUE -  tempos de colheita de cha_resize.jpg
publicado por Mário Feijoca às 22:17

Jaime Santos:
UM BOM NATAL PARA TODOS OS CASMURROS COM LIGAÇÕES AO GURUÉ E QUE TEIMAM EM NÃO SOLICITAR A ADESÃO AO NOSSO GRUPO "AMIGOS DO GURUÉ".
23 de Dezembro de 2011 às 11:11

António Pedro Oliveira:
Eu não disse? O relógio está atrasado uma hora e quarenta e sete minutos. De qualquer maneira, penso que será a este blog que eu dedicarei mais tempo. Abraços...
14 de Dezembro de 2011 às 01:24

António Pedro Oliveira:
Amigo Jaime! Se calhar, até tens razão. Tanto perco tempo aqui, como nos Amigos do Gurúè. No entanto, não insistas, deixa-me pensar e amadurecer a ideia, que eu mais tarde te direi algo, OK? Já agora, vê lá se consegues acertar o relógio desta jeringonça, pois já são 03H00 da manhã e isto não vai marcar essa hora, ou por acaso, estarei enganado? Abraços...
14 de Dezembro de 2011 às 01:13

Jaime Santos:
António Pedro - Tudo o que disseste bate certo. O Rodrigo lá ficou pela Covilhã. Deixou de dar aulas há muitos anos, passou pela secretaria do Liceu e acaba funcionário público, como Tesoureiro das Finanças. Creio que estará à beira da reforma. Eu lembro-me da sua mania das ideias esquerdistas. Encheu a cada dos pais de livros dos ditos cujos mas o pai chegou a uma altura que lhe fez o ultimato levar tudo embora ou que lhe deitaria fogo. Acabou pela 1ª opção. Eu viria a "herdar" a Zundapp para me deslocar para o 1º emprego (Teamaker na Cooperativa Agrícola do Gurué). Já não tinha luz, o que não me afectava pois a minhas deslocações eram diurnas. O problema foi quado, logo no início, resolvi ir ao cinema. No regresso, o meu pai vinha atrás a iluminar o caminho com os farós do carro. A D. Ester tinha-me dito: "Depois de passares pela Compª da Zambézia, nas 1ªs árvores viras à direita". O certo é que não dei conta se já tinha passado pela Compª e, assim que vi umas árvores, cortei à direita. Para mal dos meus pecados, a "picada" não era ali e enfie-me pelo meio do chá. Sorte minha que não estava podado. Quanto à idade, separam-nos 5 anos e efectivamente andei com os teus irmãos mais velhos, à excepção da Bélita que viria a conhecer quando os teus pais vos conseguiram reunir a todos na vossa casa do Gurué. Voltei a estar com teus pais aqui em Portugal, no tempo em que o ti Manel e a D. Ester ainda eram vivos. O teu irmão Jorge era um "cranio" nos estudos e vivia num mundo muito próprio, daí ter herdado uma alcunha que ainda recordo. Enquanto o Jorge ficava na fila da frente das carteiras, do lado direito, o teu irmão Zé, mais "bonacheirão" ficava-se pelo meio e eu...ainda mais atrás. Depois, já no Gurué, o Xico viria a ser bancário, assim como eu (ele no BCCI e eu no BNU). Efectivamente morava frente ao Banco, no 1º andar do prédio do Pinto Ribeiro. O Carlos Encarnação e a Toni viviam no andar de cima. Foi pena que tivéssemos perdi o contacto. Por isso é que tenho insistido em que ingresses no Grupo. Pode-se conviver e até trocar mensagens pessoais sem que mais alguém possa ter acesso. Quanto à falta de tempo é uma desculpa esfarrapada. Tanto escreves aqui como lá e, no Grupo, estás só com malta que, na maioria conheces. O Carlitos Rodrigues e outros mais também trabalham e só aparecem quando têm tempo. Mas tu é que sabes. Quanto a mim, espero que um dia mudes de opinião. Um abraço.
13 de Dezembro de 2011 às 23:35

António Pedro Oliveira:
"Ganda" Jaime!
Já te tinha "visto" aqui uma série de vezes, mas eu andava "noutra", nessas alturas, e não queria comprometer o meu anonimato de Navantoumuni. Agora, que todos já sabem quem era o Navantoumuni, que já "me descobriram a careca", vamos "conversar" mais vezes. Penso que sejas uns anitos mais velho que eu (tenho 62), e portanto deves ter andado no liceu da F. da Foz com os meus irmãos mais velhos - Jorge, Zé e Belita. Nessa altura, eu ainda estava no Gurúè, (até 61), pois só estive cá na Metrópole, de 61 a 66, ano em que voltei para a minha Terra. Lembro-me muito bem do teu irmão Rodrigo, na altura talvez com uns 7 ou 8 anos, quando vinham do Murresse na velha Zundapp do teu Pai - o Sr. Santos, o Rodrigo e a tua Mãe (D. Ester, não me engano no nome, não?) - e não é que o raio da mota subia a rampa da minha casa, com os três? Lembro-me também duma vez, no recreio da escola, o teu irmão ter feito um alarido enorme, quando viu uma lagartixa e gritou: malta, malta, venham cá ver esta "sardanisca" tão grande...A última vez que o vi, era ele professor na Covilhã, em 79 ou 80. E só nos encontramos essa única vez, nunca mais soube nada dele, andava muito engajado nas esquerdas políticas, e como a minha política era o trabalho e eu nunca fui muito à bola com as esquerdas...
Eles vinham muitas vezes ao domingo, almoçar lá a casa. Depois nasceu a tua irmã Nélinha, e já não cabiam todos na mota. Penso que nessa altura, o teu Pai arranjou um carro, mas já não me lembro bem, estamos a falar de há cerca de 50 anos e a minha memória já não é o que era. Mais tarde, chegaste tu e a Irene, mas já eras homem feito e eu era ainda um rapazola. Vocês viviam naquele prédio quase em frente ao Banco, não era? Parece-me que era o do Pinto Ribeiro, não?
Pois é, já sei que és o "chefe" dos Amigos do Gurúè, já é a 2ª vez que me convidas a entrar para esse clube, sei que a maior parte da malta do meu tempo já lá tem lugar cativo mas, não me leves a mal, Jaime, eu não quero ser sócio. Penso que deve ser muito bom ver lá tanta gente conhecida e outra menos conhecida, mas eu não tenho tempo nem pachorra para passar o dia no facebook. Dir-me-ás que não é bem assim, só são uns minutos por dia, não é nada por aí além, mas se vires as horas a que eu entro neste blog, logo verás que só de madrugada é que cá venho. Agora, se me ponho a ver fotos e mensagens dos muito amigos que lá estão, então nem me deito, e um tipo precisa também de dormir, não é verdade? Um grande abraço, e até breve. António Pedro Oliveira
13 de Dezembro de 2011 às 22:07

Jaime Santos:
Fernando Soares - O que escrevi no comentário que antecedeu o teu, relativamente ao eventual ingresso no Grupo de Facebook com o nome Amigos do Gurué, também é válido para ti. Tirando eu e mais meia dúzia de "cocoanas" como eu (mais uma dúzia de anos), o restante pessoal deverá rondar a tua faixa etária. Por conseguinte estão lá os teus amigos. Podes até visualizar o que vais encontrar pois as fotos devem rondar já os dois milhares. Tens o meu contacto no comentário acima pois não consegui localizar-te no Facebook. Vou transmitir este comentário para o teu mail. Um abraço.
10 de Dezembro de 2011 às 21:44

Fernando Soares:
Sou filho do Manuel Soares, motorista da Chá Gurué, fui para Vila Junqueiro com 10 anos e regressei com 17...tenho 54 anos e no ano que vem terei de lá voltar, estou preparado para a decepção...não faz mal. Claro que estudei no Colégio, só tenho contacto com o meu primo Luis Barreiros... Fui colega do Laginha , porra, não sou mesmo destas merdas, mas desta vez fiquei comovido...
10 de Dezembro de 2011 às 10:25

Jaime Santos:
Toninho Oliveira - Até que enfim que aparece um dos filhos do saudoso Dr. Oliveira. Havia uma grande amizade entre as nossas famílias e eu cheguei a andar com dois de vocês no Liceu da Figueira da Foz. Sei que o teu irmão mais velho está por aqui pelo Porto mas desconheço o paradeiro. Se realmente estás disposto a partilhar curiosidades sobre o Gurué, lembro-te que existe um Grupo (fechado) no Facebook com o nome Amigos do Gurué onde podes encontrar muitos dos teus amigos, incluindo o Mainato Betinho (Adalberto Macedo). Quanto ao Santos a que te referes, infelizmente já faleceu. A filha também está no Grupo. A família Oliveira tem lá várias fotos, incluindo a tua. Estamos a atingir os 170 (só são admitidos elementos ligados ao Gurué). As fotos já ultrapassam o milhar. Contacta-me para matosantos@sapo.pt e faculta o teu endereço do Facebook para eu te poder juntar ao Grupo. Um abração.
8 de Dezembro de 2011 às 20:11

Navantoumuni:
Ah! Esqueci-me de dizer...o Navantoumuni, sou eu, o Toninho Oliveira...mas, tu és esperto, já devias saber, não?
Desculpa lá este interregno nas nossas conversas, mas aconteceram uma série de contrariedades que me impediram de voltar a este "blog" com mais assiduidade. Prometo que me vais ver aqui com
mais frequência. Talvez com uma série de curiosidades sobre o Gurúè, a sua história, factos passados, etc...

Um grande abraço.
6 de Dezembro de 2011 às 20:30

antónio pedro ferraz de oliveira:
Caríssimo Adalberto Macedo!
Como já fiz os trabalhos de casa, fui lá acima ao sótão e arrumei tudo no baú outra vez. E está descansado, não te preocupes com o chapéu, quando nos encontrarmos, eu levo o meu. Falas muitas vezes, nas tuas "crónicas", do Murrábuè. Subia-se pela Chá Moçambique, e saía-se na base esquerda do Murresse, em terrenos da Zambézia, é isso? E nunca passaste pela "floresta virgem" que lá havia, perto do sopé do Namúli? Talvez não, porque o teu Land Rover não conseguia chegar lá. Só havia um Jeep que conseguia passar por lá. Era um Willys sem capota, que era da Chá Moçambique, se não estou em erro, era azul muito escuro ou preto, já não me lembro bem. Segundo me contou o Toninho Farinha, ele foi lá com o Santos, um tipo que trabalhava lá na Chá Moçambique, (lembras-te dele?) plantar umas mudas de macieira, videira, cerejeira e umas outras árvores de fruto quaisquer, a ver se se davam aquela altitude. As árvores ficaram lá plantadas, mas tiveram que ser carregadas à mão pois, nos últimos 100 metros da picada, o terreno era tão íngreme, que o Jeep nem com a tracção conseguia subir. E, quando o Santos acelerou, o Jeep começou a levantar as rodas da frente e virou-se para trás. Sorte a deles, que conseguiram saltar do Jeep a tempo... Pois eu fui lá, com o Toninho e o Jorge Costa (o Cocota-mayo, que Deus o tenha). Fomos num dos Halflinger que havia lá na Compª. Lembras-te daquela viatura? Parecia um "Pincha" pequeno, 3 velocidades, tracção às quatro, velocidade máxima, 60 Kms/hora. Eram porreiros, porque iam a todo lado. Bom, depois de passarmos pelo sítio dos cavalos, o Toninho meteu por uma picada à direita (aquilo nem era bem uma picada, passávamos quase sempre por cima de rocha, com uma água avermelhada, por vezes amarelada, parecia ferrugem a escorrer) e entrámos então, na tal "floresta virgem". Nunca vi nada igual. As árvores enormes, com os troncos cobertos de musgo e cujas copas se fechavam completamente por cima de nós. A picada, nem sequer fora aberta, nós passávamos por cima da rocha, onde não havia árvores, só uma erva pequena que se dava por lá. Aquilo formava uma espécie de, sei lá, um carreiro estreito, por onde nós seguíamos, sempre em 1ª. Uma humidade terrível, uma escuridão incrível (tínhamos que levar os faróis acesos), um silêncio brutal, não se ouvia um pio de aves, só o gemer do motor, até metia medo. Quando saímos dessa "floresta virgem" havia, aí a uns cem metros, uma... como é que hei-de descrever, imagina um pedaço de rocha muito inclinada, seca, e o Toninho disse "vá, desçam e sentem-se no pára-choques à frente, senão não conseguimos subir". Lá nos sentámos, eu e o Jorge Costa, 1ª metida, muito jogo de embraiagem e acelerador, e conseguimos passar esse obstáculo. Descemos do halflinger, e onde é que estávamos? Imagina-te na Vila, a olhar para a serra, entre o "Nariz do Felizardo" e o Murresse. No ponto mais alto, era onde estávamos...que vista magnífica, todo o "Planalto do Gurúè", talvez até ao Ile, Namarrói, Lioma, a Vila lá em baixo, talvez estivéssemos aí a uns 1800 metros de altitude ou mais, não sei...
Na descida, foi ao contrário, sentámo-nos atrás, para não darmos uma cambalhota para a frente, e lá fomos até ao Murresse, onde nos esperava um motorista da Compª, num dos Toyota 1600 que o Toninho tinha. Foi uma "aventura" que durou um dia inteiro,
Só sei que estive lá, nunca mais lá fui, não conheço mais ninguém que lá tenha ido, e, com muita pena minha, nunca mais lá voltarei.
Enfim...memórias de um "velho" Guruense...
Abraços para todos,
A.P.F.Oliveira, mais conhecido por...Toninho Oliveira, um dos filhos do Dr. Oliveira, do Gurúè...
6 de Dezembro de 2011 às 20:14

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